Caralho...- Pensou ele no momento em que começou o árduo procedimento de defecação.
Ele não era um rapaz de comer muito, ou de demorar muito no banheiro (salvo raras exeções na hora do banho, se é que você me entende...) , mas nesse dia tudo parecia depender daquilo, era quase uma situação de vida ou morte.
Filho da puta, sai!- Exclamava o jovem que parecia sentir que estava parindo uma criança pelo cu.
Muitas coisas passavam pela sua cabeça, a possibilidade de parar no hospital com um tolete atochado no rabo era uma, como um bode se sente ao ser sodomizado em um ritual satânico era outra, mas ainda assim o cocô não saia. Aí ele começou a ficar desesperado.
Ele já tinha perdido a noção de tempo, e não importava quanta força ele fizesse, as fezes não saiam.
Depois de tanto tentar, ele desistiu, e nesse momento relaxou o cu deixou que a natureza se virasse.
PLOFT
Ele se espantou, levantou e viu sua obra prima, aliviado.
Caralho, eu caguei uma granada...
E assim ele se limpou e ficou imaginando se iria ficar com um cu horrendo.
e assim acaba uma estória inútil e irrelanvante na vida de vocês que não trará nada a não ser um pouco de revolta por ter lido essa merda, literalmente.
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