Light me up, and give me Death's kiss
You know you love me, you're on your knees
You're lost, because I want you to
But you know I'm the only one that's always there for you
You know it's true...
I am burning for you...
You can lie to yourself, but you know
Deep inside you feel it grow
This need for me, oh, can't you see?
I will set you free
Cuz' you know it's true...
I am burning for you...
So give up, you are mine forever, dear
I am the only who can really hear
The cries of your heart
Nothing will ever break us apart
Yes, it is true...
I am always burning for you...
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Surreal
6:30 da manhã.
Acordei.
Tomo café com xarope de framboesa e ovos mexidos no pão de ostra.
Me visto e vou para o trabalho. Não tomo banho nem escovo os dentes ou faço xixi porque o caminho para o trabalho é a nado, 5 km.
Chego na empresa, tiro a roupa de mergulho e penduro no cabide coletivo perto da entrada. Trabalho com vendas. Venda de cabeças de porco miniaturizadas e giz de cera. Vou para o meu escritório. No caminho vejo uma das secretárias trepando com o Almeida, a árvore de estimação da mulher do chefe. A porra da árvore tem um galho perto do tronco que parece um caralho. O pior é até dá inveja. Depois tem gente que se pergunta porque a mulher do chefe tem uma árvore de estimação. Mas todos deveriam se fazer essa pergunta, já que o chefe casou com uma lésbica sem peitos que não gosta de piroca.
"Quer se juntar a nós?"
Pergunta a mocinha que tinha um galho enfiado na xereca.
"Não, essa árvore nem me pagou um drink e já quer meter? além do mais tenho que trabalhar..."
Respondo, sendo 50% sincero. Eu não tinha que trabalhar. Passo pela moça e lhe aperto o seio esquerdo.
Mas por que reclamar? As vendas iam bem, cabeças de porco e giz de cera são indispensáveis no mundo moderno. Como você acha que as pessoas iriam limpar a bunda?
E giz de cera é uma ótima fonte de carbohidratos.
De qualquer forma, sento na minha mesa e faço o que faço todos os dias: umas ligações para Piritoba, São José dos Canapés e por aí vai. Vejo meus e-mails. Todos de adoráveis meninos e meninas com doenças termináis pedindo minha a senha da conta bancária. Vejo uns sites pornôs de morças transando com fêmeas de girafa. Pausa para o almoço. Estrombelete de pombo obeso com fritas e Pudim de tubarão no queijo chedar. Ficou com água na boca, né sem vergonha?
Depois do almoço, trabalho até o fim da tarde.
Hora de voltar para casa. Está muito tarde para voltar a nado, posso ser assaltado por um golfinho tarado.
Pego o transporte público. Barquinhos pô-pô-pô. Chego em casa, troco de roupa e vou tomar um banho. Aproveito pra tocar uma bronha, os peitos daquela secretária eram lindos. Saio do banho, ponho o pijama e pego uma cerveja. Vou ver TV. Vejo o Jornal Animal e cochilo no meio das notícias sobre a morte do presidente do mundo. Parece que um tal de Majin Bunda matou ele ou algo parecido. Acordo, termino a cerveja e vou para a cama.
Antes de dormir imagino se a minha vida poderia ser mais pacata.
Acho que não, não existe algo mais pacato que eu neste mundo 78% submerso e com 83% de atividade vulcanica.
Pois é...
Boa noite.
Acordei.
Tomo café com xarope de framboesa e ovos mexidos no pão de ostra.
Me visto e vou para o trabalho. Não tomo banho nem escovo os dentes ou faço xixi porque o caminho para o trabalho é a nado, 5 km.
Chego na empresa, tiro a roupa de mergulho e penduro no cabide coletivo perto da entrada. Trabalho com vendas. Venda de cabeças de porco miniaturizadas e giz de cera. Vou para o meu escritório. No caminho vejo uma das secretárias trepando com o Almeida, a árvore de estimação da mulher do chefe. A porra da árvore tem um galho perto do tronco que parece um caralho. O pior é até dá inveja. Depois tem gente que se pergunta porque a mulher do chefe tem uma árvore de estimação. Mas todos deveriam se fazer essa pergunta, já que o chefe casou com uma lésbica sem peitos que não gosta de piroca.
"Quer se juntar a nós?"
Pergunta a mocinha que tinha um galho enfiado na xereca.
"Não, essa árvore nem me pagou um drink e já quer meter? além do mais tenho que trabalhar..."
Respondo, sendo 50% sincero. Eu não tinha que trabalhar. Passo pela moça e lhe aperto o seio esquerdo.
Mas por que reclamar? As vendas iam bem, cabeças de porco e giz de cera são indispensáveis no mundo moderno. Como você acha que as pessoas iriam limpar a bunda?
E giz de cera é uma ótima fonte de carbohidratos.
De qualquer forma, sento na minha mesa e faço o que faço todos os dias: umas ligações para Piritoba, São José dos Canapés e por aí vai. Vejo meus e-mails. Todos de adoráveis meninos e meninas com doenças termináis pedindo minha a senha da conta bancária. Vejo uns sites pornôs de morças transando com fêmeas de girafa. Pausa para o almoço. Estrombelete de pombo obeso com fritas e Pudim de tubarão no queijo chedar. Ficou com água na boca, né sem vergonha?
Depois do almoço, trabalho até o fim da tarde.
Hora de voltar para casa. Está muito tarde para voltar a nado, posso ser assaltado por um golfinho tarado.
Pego o transporte público. Barquinhos pô-pô-pô. Chego em casa, troco de roupa e vou tomar um banho. Aproveito pra tocar uma bronha, os peitos daquela secretária eram lindos. Saio do banho, ponho o pijama e pego uma cerveja. Vou ver TV. Vejo o Jornal Animal e cochilo no meio das notícias sobre a morte do presidente do mundo. Parece que um tal de Majin Bunda matou ele ou algo parecido. Acordo, termino a cerveja e vou para a cama.
Antes de dormir imagino se a minha vida poderia ser mais pacata.
Acho que não, não existe algo mais pacato que eu neste mundo 78% submerso e com 83% de atividade vulcanica.
Pois é...
Boa noite.
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